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09 agosto 2018

O bairro paulistano já soma 11 marcas especializadas que se dividem em duas lojas colaborativas

A região de Pinheiros em São Paulo, sempre foi um local onde as coisas aconteciam e quando se trata de moda não poderia ficar de fora disso também. Atualmente, o bairro está se tornando um local onde se encontra uma maior quantidade de roupas plus size. Os arredores em si, costumam ter um valor elevado de preço, mas acredito que a proposta desse local poderá ser diferente.
casa plus size em pinheiros
Casa Plus Size 
(Andres Costa)

A recente inauguração da Casa Plus Size, veio não só para oferecer mais opções ao público que veste acima do 44, mas para colocar o bairro da zona oeste na rota da moda plus size da capital, consolidando-o como uma referência no segmento. Atualmente, Pinheiros abriga 11 marcas do setor, que oferecem a homens e mulheres que vestem do 44 ao 70, peças confortáveis e que acompanham as últimas tendências da moda no mundo.
espaço clamarroca em pinheiros
Primeiro aniversário do Espaço Clamarroca 
(cintiacarvalhofotografia)

No Espaço Clamarroca Plus, que completou um ano em junho, estão as marcas Madee Moda Plus, Raia,Zuya, Vintage & Cats, Bambina, Fala Clamarroca Plus, enquanto na Casa Plus Size, os clientes encontram a AssensBasic 4 CurvesRainha Nagô Clube da Meia Calça. São roupas básicas, sofisticadas, moderninhas, sensuais, para noite, biquínis, jeans, lingerie, meia-calça e moda masculina, entre outras: cada grife tem seu estilo e personalidade, mas todas levam ao público produtos de qualidade que abraçam e contemplam corpos diversos.
 
espaço clamarroca pinheiros
Lojistas Espaço Clamarroca
Alline Fregne - Fala, Cris Camargo - Clamarroca, Marli Celaya - Zuya, Mariana Camargo - Clamarroca, Bia Celaya - Zuya, Andrea Barroça - Madee
(cintiacarvalhofotografia)
Com esse novo centro comercial, a moda plus size reforça sua representatividade em um país onde, de acordo com o IBGE, 56,9% da população está acima do peso. Segundo a ABPS (Associação Brasil Plus Size), há um potencial muito grande nessa fatia, pois a moda plus representa somente 5% do varejo em lojas físicas, mercado que vem crescendo 8,1% no país, e movimentando mais de R$7 bilhões/ano.

É muito importante que essas marcas estejam em um bairro moderno como Pinheiros e não fiquem mais em áreas escondidas. O público plus size é fashionista e tem que estar em todos os lugares, protagonizando vitrines e criando tendências”, diz a especialista no mercado, Flávia Durante, empresária e criadora da feira Pop Plus, hub de moda plus size onde  projetos como o Espaço Clamarroca Plus e Casa Plus Size surgem e são incentivados.
 
casa plus size em pinheiros

Team Casa Plus Size 
Renata Bittar - Basic4Curves, Clais Ferreira - Assens, Carol Fernandes - Clube da Meia Calça, Diego Soares - Rainha Nagô, Simone Borges - Clube da Meia Calça, Camila Oliveira - Rainha Nagô(Andres Costa)
Além de vendas, as lojas também servem como ponto de encontro e de troca de ideias. A Casa Plus Size promoveu dia 4 de agosto um brunch de Dia dos Pais; no próximo domingo (11), tem o aniversário da blogueira Dani Rudz; saldão de inverno dia 18; e talk com Flávia Durante, dia 25, com dicas de como se vestir no trabalho. O Espaço Clamarroca Plus promoverá brechó com suas clientes no último sábado do mês, além de descontos de 10% até 50% durante todo o mês de agosto.

Espaço Clamarroca Plus - www.instagram.com/clamarrocaplus
(loja colaborativa com as marcas Clamarroca Plus, Madee Moda Plus, Raia, Zuya, Vintage & Cats, Fala e Bambina)
Endereço: Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 193 – Pinheiros (perto do metrô Fradique Coutinho – Linha Amarela)
Horários de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h30; sábados, das 10h às 18h

(loja coletiva com as marcas Assens, Basic 4 Curves, Clube da Meia Calça e Rainha Nagô)
Endereço: Rua Bartolomeu Zunega152 - Pinheiros - São Paulo SP (próximo ao metrô Faria Lima - Linha Amarela)
Horários de funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 16h


16 maio 2017

Foto: Pinterest


Vou logo respondendo a pergunta acima e dizendo que não, ninguém é obrigado a nada. Pra quem não sabe do que estou falando, armário cápsula é quando a pessoa tem o menor número possível de roupas, elas variam em torno de 15, 30 e 45. Essas roupas precisam ser versáteis e se adaptar a qualquer situação.

Até aí tudo bem porque confesso que eu não tenho lá uma quantidade de roupas muito grande. A grande pegada do armário cápsula é dar um break no consumismo exagerado e fazer você usar apenas que tem, o que vendo pelo ponto de vista da sustentabilidade é bem ok.

Mas Carla se você sabe que é bom porque é contra? Aí é que está, eu não sou contra apenas não concordo em como isso em alguns momentos consegue ser imposto na pessoa ao invés de se fazer por gosto.

Eu apoio a moda sustentável e acredito que todos devem seguir uma vida assim, mas não acho que exista um guia de como agir e sim ações que te levam a alcançar um objetivo. A ideia do armário cápsula nunca fui limitar as pessoas e sim expandir os horizontes quando conseguimos enxergar o bem que fazemos ao não consumir roupas exageradamente. 

Ter um armário cápsula é pra quem tem vontade em mudar, vontade de se preocupar menos com o que vai vestir (sem perder o estilo, lógico) mas não pra ser um fator determinante se você é alguém que se importa com sustentabilidade ou não. Porque você já parou pra pensar naquela pessoa que tem que se vestir de social pra trabalhar? Como é que ela vai conseguir ter 15 peças? Teria que ter no mínimo 45 pra poder ter roupas a serem usadas apenas aos finais de semana. Vale sempre lembrar que armário cápsula não é ter 10 roupas apenas e sim 10 para cada estação para assim você guardar aquilo que não precisa para aquela época.

E vocês, o que acham de armário cápsula?

14 fevereiro 2017

O ano de 2017 nos Estados Unidos está sendo marcado por diversos acontecimentos políticos importantes e no Grammy 2017 não poderia ter sido diferente. Esse ano os acontecimentos já chamaram a atenção antes, porque com a eleição de Donald Trump já ameaçou impedir a ida de diversos atores de nacionalidade árabe de comparecer à outros eventos.

O clima começou pesado logo no tapete vermelho, onde Joe Villa uma cantora decididamente de direita que afirma com todas as letras ter votado em Trump, apareceu com um vestido épico com os dizeres "America great again" (em tradução livre, America está boa novamente) e Trump. Um detalhe importante e que deve ser lembrado é que quem confeccionou o vestido foi um homem gay, de direita e imigrante que (para o espanto de todos!) votou em Trump. Mas ela assumir em quem votou e qual a sua posição política ao menos mostra que ela se assume aos seus fãs.

A nossa deusa Beyonce além de ter feito um discurso em que dizia "É importante para mim mostrar essas imagens para minhas crianças para que elas possam refletir sua beleza e crescer no mundo olhando em um espelho. Primeiro através de suas famílias, assim como as notícias, o Super Bowl, as Olimpíadas, a Casa Branca e os Grammys. Vejam vocês mesmos. Eu não tenho dúvidas que elas são lindas, inteligentes e capazes.” também utilizou da moda como maneira de mostrar seu lado político, ao se vestir como uma lembrando uma santa católica, mas na verdade sendo um vestido inspirado em Oxum, que é cultuado no Candomblé e na Umbanda e é um orixá feminino que reina sobre a água doce dos rios e cachoeiras. Vale dizer que Trump é um cara que se diz conservador e católico, logo sua roupa foi uma bela de uma afronta.

Katy Perry em seu melhor cabelo loiro, apareceu usando um broche em seu look da Planet Parentehood, uma empresa que realiza aborto nos Estados Unidos. Recentemente a empresa foi acusada de vender órgãos de recém nascidos abortados. Mas não parou por aí, para arrematar a noite ela interpretou sua canção "Chained to the Rhythm"  que possui no refrão "Achamos que somos livres" e ao final foi colocado em projeção "Nós, o povo" primeira frase do documento mais importante do país.

Tirando Joe Villa que abertamente defende o atual presidente, o restante transformou o evento em um grande ato político. A maioria que de algum modo colocou sua opinião em jogo, são mulheres. Mulheres que querem ser ouvidas e precisam serem ouvidas. Foi com toda certeza o melhor grammy da história, principalmente quando Adele mostrou a famosa solidariedade feminina, que tanto tentam nos convencer de que não existe. A cantora quebrou o prêmio recebido e o dividiu com Beyonce, afirmando que seu CD Lemonade merecia ter ganho o prêmio.

E vocês, acompanharam?

26 janeiro 2017

Eu ando bem cheia desses guias rápidos por aqui né? Acontece que existem diversos assuntos do qual eu quero sempre compartilhar com vocês mas acabo não tendo a chance ou a desenvoltura necessário. Vou seguir a onda da Tati Souza, de blog homônimo, e falar um pouco sobre uma moda mais sustentável, clica nesse link aqui em cima que ela está falando de blogs nessa onda.

O mundo da moda não é nada diferente do restante: Há um capital absurdo por trás onde comanda toda a indústria têxtil. Para quem não sabe até 2005, mais ou menos, o Brasil possuía uma grande rede de confecção de tecidos, porém com a crise e o barateamento de roupas produzidas na China (olá fast-fashions) elas faliram e foram obrigadas a serem fechadas, logo nosso consumismo se estendeu a produtos apenas de origens que não sabemos muito bem.
Foto: Luana Maria | Ano: 2015

Depois dessa historinha vou jogar um conceito que retirei da loja Orna, das irmãs Alcântara: 

O slow fashion é um conceito atual que busca produzir moda de forma consciente, sem afetar em demasia o meio ambiente procurando respeitar aspectos sociais e econômicos. Através da busca de novos caminhos que façam do design, confecção e consumo a seguir para uma vertente mais justa e responsável com o planeta e seus pertencentes.

Mas Carla, dá pra fazer tudo isso?

Dá sim, eu por exemplo tento ao máximo produzir minhas próprias roupas e também evitar o consumo desenfreado. Também não incentivo ninguém a comprar na Zara (foram muitos escândalos) como  também nunca comprei lá, nunca comprei nada na Forever 21, apesar da vontade, por perceber que os tecidos são baratos (faz jus ao preço) e prefiro mil vezes investir em algo mais duradouro. Tirando essas existem diversas outras lojas como a Emme, que eu era super fã e até hoje tenho meu pé atrás (apesar de ter coisas de lá e pretender comprar em breve). Eu acredito que se você passar a entender certos conceitos e buscar não pensar apenas no valor mas em como comprar de forma a não incentivar o desperdício, comprar apenas o que necessitava e buscar outras formas de consumo uma maneira de ajudar o planeta.


Tá mais onde eu compro?

Aí vai uma questão importante, primeiro você tem que se perguntar se aquela roupa é necessária, aqui não estou falando para ter um armário cápsula proque eu também não tenho isso, mas sim não sair comprando de forma desenfreada apenas porque está moda. Pensou isso? Ótimo, então anota essas lojas;

Doisélles

A Doisélles foi criada pela Raquell Guimarães  é inteira idealizada em tricô e crochê. Sua oficina é uma penitenciária de segurança máxima onde ela tem um projeto chamado Flor de Lótus, que contrata mão de obra presidiária (um projeto de reinclusão social em que os detentos tem salário, redução da pena e auxílio às famílias).

Karmen

A marca é preocupada com o descarte e desperdício têxtil e utiliza tecidosde qualidade que o mercado não quer mais. Sendo assim, a criação fica por conta do tecido encontrado, garantindo peças em número limitado e roupas que duram mais. E além disso a Karmen tem um design superurbano, cheio de estilo, e peças unissex pra todo mundo poder usar.

Terra da Garoa

Carolina Biaggi e Fernanda Capellini acreditam que, a cada peça que elas produzem, transmitem um pouco delas mesmas. A marca não produz nada em larga escala e o conceito de CO2Control é empregado, fazendo com que toda a produção seja pensada de maneira ecológica.

Mas e essas pronta entrega mais em conta, tem?

Tem sim e muitas! Vocês já reparam que sempre em meio à algo acrescento uma marca pequena ou que algumas vezes faz pedidos apenas pelo facebook ou Instagram? Se não, comece a reparar. Fiz uma wishlist com produtos de lojas com essa pegada de "faça você mesmo" ou que produzem em escala menor para que vocês percebam que slow fashion pode sim ter a mesma qualidade e um conceito que te faz repensar na vida.


  1. Colete Sereia - CanCan Store
  2. Biquíni Sereia - Virall Retrô
  3. Bolsa Emoji - Pinappe
  4. Body "Lorelai" - Bralette Boutique
  5. Body Tricot - Laissez Faire
A maioria é feito sob medida, então não é pronta entrega, mas é beem mais rápido que pedir no AliExpress e também bem mais confiável, não?
O que acharam do conceito?

19 julho 2016

O TCC tem dois lados: aquele que você ama e aquele que você odeia. Eu estou numa fase entre os dois, alguns dias eu amo e outros eu simplesmente odeio. A verdade é que quando você tem um tema que você se identifica tudo fica melhor.

Mas Carla, você não é cadeirante! Sim, mas isso não significa que eu não tenha empatia com as pessoas que são diferentes de mim. Para mim tudo é uma questão de você se identificar com os outros e mesmo sem sentir na pele, conseguir olhar, saber e respeitar o limite do outro.

A verdade é que mesmo com minhas fontes e tudo mais, está cada vez mais difícil de conseguir fontes (mesmo eu já tendo algumas). Então fiz esse vídeo para pedir: Quem souber de alguma blogueira de moda cadeirante, me avisa.

No vídeo eu explico certinho como surgiu a ideia e um pouco mais do meu TCC (quem me pediu, aí está a chance).

ASSISTA EM HD


E então, gostaram de saber um pouco mais? Me contem se possuem fontes, se gostam do tema... Enfim, me contem!

14 julho 2016

Vocês já perceberam que sempre acabam seguindo blogueiras comuns? Não me venha dizer que você curte as crespas e cacheadas, porque isso não engana nem a mim nem a vocês como sendo algo que realmente foge dos padrões. Você curte alguma amputada? Alguma cadeirante? Pois é, esse post é voltado para elas.


Acho muito legal a representatividade (uma palavra longa, porém necessária) que as crespas e cacheadas estão tendo, mas sinto muita falta das que fogem do padrão em relação ao seu corpo. Acredite: Elas também podem te dar várias dicas de roupas e maquiagens que vale a pena você conhecer.

Para quem não sabe meu TCC está sendo sobre blogueiras de moda cadeirantes, mas antes de conseguir definir meu tema por certinho eu fiz uma pesquisa longa e ampliada e conheci diversas blogueiras diferentes que merecem sua atenção. Mas vamos parar de falar e mostrá-las? Afinal, eu escolhi apenas 5 mas existem muito mais.

Vou começar com uma InstaBlogger chamada Heloísa Rocha (entrevistei ela esses dias, logo tem foto dela no meu instagram) e possui uma doença conhecida por ossos de cristal, que faz com que ela use cadeiras de rodas e tenha deformidades na mão. No seu Instagram ela posta dicas de looks e explica certinho (ela mesma disse que possui uma linguagem mais jornalística) o porquê da roupa e também dicas de como disfarçar o que não gosta, lugares onde compra suas roupas (ela tem menos de um metro de altura e não usa roupas que pareçam de criança!) e sapatos. Ela é uma fofa pessoalmente e tenho certeza que é alguém que pode acrescentar muito na vida de todos.




Camila Tamiya é amputada por conta de um acidente e nem por isso se deixa abater. Dona do blog Make da Motociclista tem um blog voltado ao universo da moda (inclusive ela é estudante de moda!) e  claro, é motociclista. Seu canal  é voltado para diversos assuntos referentes tanto a beleza como sua vida como amputada. 




A Rebeca Costa é uma fofa, ela tem um instagram com o objetivo de falar de uma moda acessível, além de ter ficado (ainda mais) famosa após perder 24kg, ela possui um canal em que fala de moda para quem tem nanismo e como faz adaptações em suas roupas. Além disso também trata do tema deficiência em seu canal, é algo não somente para pessoas nanicas, mas para todos.
  



Outra blogueira super fofa é a Vânia Martins do blog Rampa de Acesso  em que além de mostrar looks também da dicas de beleza e tem um canal voltado mais ao assunto sobre deficiência. Mas pera, você a conhece? Tenho quase certeza que sim, ela apareceu no programa da Sabrina Sato com sua loja de roupas de festas em que possui uma atenção maior as roupas plus size. Enfim, ela ajuda não apenas à ela, mas a outras pessoas com outro tipo de dificuldades também.


E para terminar, porém não menos importante: Edneide Silva que foi indicada por umas meninas e é do blog encantada por unhas e makes,  e ela posta tudo sobre o assunto que leva o título de seu blog: unhas e maquiagem. Em seu canal ela posta dicas de maquiagem, vlog e conta um pouco de sua vida. (agora tá um pouco parado, mas não vejo a hora de ela voltar). E olha: Vale a pena conhecer essa garota.

Eu conheço muita mais graças a minha pesquisa, mas também estou precisando de mais fontes, principalmente cadeirantes. Conhece? Me manda, será um prazer (além de muito importante pra pesquisa do TCC!).

E então, gostaram dessa postagem? 

18 março 2016

Uma das coisas que mais gosto na moda é que você pode ser o que quiser apenas usando uma roupa e isso faz com que a auto estima vá lá em cima. Ano passado eu comentei que fiz uma revista de moda Unissex confrontando a ideia imposta de gênero na moda (só clicar aqui para ver a Desgênera) e com isso várias ideias passaram pela minha cabeça.

Esse ano as marcas estão apostando fortemente na ideia de tirar o que é feminino e masculino das lojas (ponto positivo) e estão fazendo isso aos poucos como a C&A em seu último comercial. A verdade é que isso tem mostrado que algumas regras estão caindo como o fato de estarmos sempre com uma silhueta demarcada, principalmente nós mulheres.

Alguns torcem o nariz para essa ideia, já que acham absurdo dizer que deveria haver igualdade de gêneros (cada um tem sua opinião), mas eu realmente acredito que isso só vá trazer pontos positivos para a moda. Pensando nisso separei alguns looks para falar da desconstrução da silhueta, que pode ser algo meio estranho aos nossos ouvidos, mas que acima de tudo são super confortáveis.



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O que eu mais gosto nisso é o fato de ficarmos mais a vontade, não existe nada melhor do que se vestir de uma forma mais informal e ficar 100% confortável. Gosto muito de demarcar minha silhueta, mas confesso que dependendo da composição eu curto muito essa ideia.

E vocês, o que acham?

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