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06 setembro 2019

O filme estreia dia 12 para o público em geral

Um filme que me chamou atenção pelo seu trailer, do diretor Aleksandr Boguslavskiy  e de origem russa, o filme foge um pouco das ambientações hollywoodianas. A fotografia é linda, no começo conseguimos realmente entrar em uma cidade ambientada mais ou menos na década de 30.
resenha crítica abigail e a cidade proibida

O roteiro é a história de Abigail Foster, uma menina que após 10 anos quem seu pai foi levado por estar com a epidemia. Essa epidemia tem três fases, sendo que a terceira eles são levados para tomar uma injeção não dolorosa porém letal.

Quando criança Abigail viu levarem seu pai, dizendo que ele estava com a tal epidemia. Em um roteiro não tão bem escrito, dez anos depois a garota descobre que tudo na verdade, era uma farsa.

Ao se meter em uma briga e desobedecer o toque de recolher, ela vê seu tio/vizinho que foi levado junto com seu pai, trabalhando para o governo. É aí, que ela começa a chantageá-lo através de descobrir seu segredo.

O filme distópico teria uma história construída se não fossem as falhas no roteiro. Afinal, eu sou apaixonada por filmes que envolvam magia e ação. Mas nesse caso em específico, a junção de semelhanças com Alita – Anjo de combate (resenha aqui) onde havia uma cidade voadora, a junção de magia como em Harry Potter – Tendo até um beco onde havia magia e a reação da personagem sendo parecida com o personagem que dá nome a saga.

Os nomes de muitos atores são novos, mas nesse caso em específico não foi algo bom. A atriz principal tem uma voz que não é cativante e fala muito pausadamente as frases, cortando o clímax de várias cenas.
resenha filme abigail e a cidade proibida


A tentativa de romance com o Bale – personagem que começa odiando a personagem – ficou sem sentido nenhum. Além de vários personagens que apareceram e não foi contada sua história. Foram inseridos muitos personagens e a história acabou se perdendo, além de não explicarem sobre eles.

Não apenas isso, mas furo no roteiro também me causou incômodo. No começo, com tanta similaridade com Alita, achei que teria uma continuação mas a história foi fechada com sucesso, não explicando muitos dos itens explorados no longa de aproximadamente duas horas de duração.

Apesar de um trailer (veja ao final dessa postagem) que te faz desejar assistir ao filme, as expectativas foram cortadas com esse longa metragem. O roteiro se mostrou fraco, como aconteceu em MIB – homens de preto internacional.

É um filme de ação e aventura, mas que apesar de uma fotografia com efeito de algo antigo deixou a desejar nas cenas de efeitos especiais. Apesar de gostar de algo fora do circuito hollywoodiano, acabei por não gostar desse filme.

Sinopse: Abigail (Tinatin Dalakishvili) é uma jovem atormentada pelo desaparecimento do seu pai, Jonathan Foster (Eddie Marsan), que foi levado pelo governo autoritário de uma cidade isolada sob o pretexto de estar infectado com uma doença misteriosa que assola a região, conforma ela investiga mais a fundo a situação ela descobre que possui poderes mágicos e com a ajuda de Bale (Gleb Bochkov) busca uma solução para a situação atual da cidade.
Trailer:

05 fevereiro 2019


O filme retrata a humanidade que pode existir mesmo em quem não nasce humano

Antes da estreia o filme já está dividindo opiniões entre a crítica, há aqueles que dizem que será o primeiro fracasso de ficção científica de James Cameron e do diretor Robert Rodrigues. O que vemos no entanto na tela é uma adaptação de um mangá que tentou manter suas características.

Após “a queda”, como é chamado uma guerra que culminou em como o mundo está, começou-se a divisão entre a única cidade flutuante que sobrou, Zalen, e a Cidade de Ferro. Para assistir o filme deve-se ter uma mente aberta e pensar em mais uma distopia futurística, um gênero de filme que vem sendo explorado há anos.

Na Cidade de Ferro somos apresentados ao cybercirurgião Ivo (Christoph Walts), que em uma ida ao ferro velho encontra uma ciborgue ainda com vida (Rosa Salazar). Ele a entrega um corpo, já que as únicas partes que sobraram de si foram seu rosto e seu coração. Ao despertar, apesar de seu cérebro intacto, a ciborgue que recebe o nome de Alita, não se recorda de nada que aconteceu em seu passado.
crítica alita anjo de combate
Imagem: Divulgação


Apesar dos cuidados de Ivo, a ciborgue decide que precisa relembrar sua história. É quando suas características de combate começam a aparecer, fazendo com que a personagem entre em “confusões” e chame à atenção dos vilões do longa metragem.

Assisti em sala Imax e posso dizer que os efeitos e os cuidados para parecer real estão realmente maravilhosos, muitos acreditam que Rosa Salazar deixou a desejar ao não transparecer atuação, porém como foi dito pelos diretores em entrevista ao Fantástico (Rede Globo de Televisão) no último domingo essa era a intenção. Em muitos momentos eu esquecia que se tratava de uma ciborgue e poderia pensar facilmente que era apenas uma humana. Nessa reportagem foi dito que os olhos de Alita incomodaram por serem grandes, não os achei tão grande e  poderiam até mesmo serem maiores.

Apesar de uma bela elaboração,que a trama de personagens secundários foi pouco explorada, mas como não li o mangá não posso afirmar que isso foi um defeito do filme. Porém, realmente há personagens, como a enfermeira Nurse Gerhad (Idara Victor), foram poucos explorados, já que ela em si não obteve nenhuma fala.
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Imagem: Divulgação

O vilão principal também não está em evidência, mas não chega a prejudicar a trama. O longa metragem traga a questão de “anti herói” já que Ido se mostra também corruptível, apesar de ser explicado seus motivos. O romance em si do filme, achei bom mas não senti que ocorre a química entre Hugo (Keean Johnson) e Alita, mas o jovem seria a personificação ideal de anti herói, apesar de também ter sido pouco explorado. Essa parte me lembrou um pouco de “O homem bicentenário” que lutou tanto para ser considerado humano e se apaixonou, mas por ser uma adolescente a forma como Alita reagiu à tudo foi bem diferente desse filme citado. A trama de haver uma cidade no alto e a parte debaixo, faz com que lembremos da série brasileira original da Netflix 3%, onde há a divisão de continente e Mar Alto e também se trata de uma distopia. Apesar de uma história bem única, o trama de Rodrigues e Cameron, consegue trazer as essências de distopias já criadas.
filme alita anjo de combate
Imagem: Divulgação

No geral, o filme foi surpreendente para alguém como eu que não é fã de filmes de ação, pois retrata a humanidade que pode existir até mesmo em cyborgues. A ideia do filme foi boa, paralelamente com a estreia também haverá o lançamento do livro, onde acredito que muitas das questões faltantes poderão serem respondidas.
O final foi ótimo e talvez tenha revelado que poderá haver uma continuação. Apesar das críticas negativas, espero que isso possa ocorrer.

Ficha técnica:Duração: 2h22minDireção: Robert RodriguezProdução: James CameronNacionalidade: Estados Unidos, Argentina e CanadáDistribuidora: Fox Filmes BrasilEstreia: 14 de fevereiro





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