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08 janeiro 2019

Consumidores e marcas do Brasil e do mundo já aderiram ao novo modelo

Os ideais de sustentabilidade vêm influenciando cada vez mais o comportamento das pessoas, mudando costumes arraigados. E a moda vem acompanhando essa tendência. O consumo consciente cria novos hábitos de compra e consumidores mais antenados com a origem dos produtos que consomem. Está aumentando a procura por marcas que trazem a ‘ecoconsciência’ no DNA.
E é surfando nessa onda que surge o upcycling, opção de reutilização criativa que transforma subprodutos antes inutilizados - ou peças de menor valor agregado -, em novos produtos de qualidade.
Diversas marcas no Brasil e no mundo já aderiram ao upcycling. Desde a Alta Costura - a grife holandesa Viktor & Rolf reutiliza retalhos de tecidos antigos para criar vestidos de luxo -; até marcas de fast fashion, como a Renner, que lançou uma linha de biquínis feita com resíduos de têxteis em sua coleção atual de verão.
Victor & Rolf - Outono-Inverno 2017 -Alta-costura - Paris - © PixelFormula

“É uma grande oportunidade para as empresas que têm estoque de tecido encalhado ou até mesmo peças de coleções passadas, que podem ser transformadas em novas roupas. Além de fazer girar a produção, soluciona um dos grandes problemas da indústria têxtil, que é o descarte de resíduos”, afirma Amanda Vasconcelos, professora do SENAI CETIQT, maior centro latino-americano de produção de conhecimento da cadeia produtiva têxtil e de confecção e da área Química.
“O upcycling não deixa de ser a famosa customização já bastante disseminada. A diferença é que oupcycling tem atrelado o conceito da sustentabilidade, com o objetivo de desenvolver projetos ‘ecoconscientes’, que aumentam o ciclo de vida das roupas, evitando, assim, que mais lixo têxtil seja despejado na natureza”, explica.
A professora do CETIQT destaca ainda que o upcycling é uma forma criativa de renovar peças. É um novo nicho, cheio de desafios, para os designers de moda, que têm que criar as vestimentas com base no material que possui disponível.
“Algumas empresas conseguem até mesmo produzir coleções em larga escala somente com resíduos, mesmo com pequenas diferenças entre uma peça e outra. A grande maioria das marcas, no entanto, produz peças únicas, mais autorais, e com alto valor agregado por serem peças exclusivas”, pontua Vasconcelos.
ucycling também é bem-vindo entre os consumidores. É possível executar a técnica em casa mesmo. Sabe aquela peça do guarda-roupa que já não cabe mais ou está com um defeitinho aqui ou ali? Que tal transformá-la em uma nova roupa ou até mesmo em outro objeto de desejo? O desafio da professora Amanda aguça a criatividade os alunos do SENAI CETIQT.  
“Desenvolvemos diversos projetos nos quais os estudantes trazem peças de casa e, a partir de uma camisa social masculina, por exemplo, criamos uma saia ou um vestido; ou pegamos uma peça de adulto para transformar em roupas infantis; ou ainda, desmanchando várias peças, é possível combiná-las, agregando elementos que sejam tendência na moda atual, dando à roupa até mais referência de moda do que ela tinha antes”, conclui.

14 agosto 2018

Eu sempre estou batendo na tecla por aqui que você não precisa de muito para montar um look, ainda mais que em alguns casos basta um acessórios e tudo muda. E quando esse item vem de uma pessoa que faz tudo artesanalmente e é uma mulher? É nesse contexto que venho mostrar para vocês essa descoberta recente.

Já deixando claro, que normalmente quando algo é handmade ele costuma ter um preço mais elevado: Porque a pessoa não produze me larga escala e precisa valorizar seu trabalho.

Cheios de estilo e personalidade, a loja Mari C. apresenta acessórios autorais que encantam pela riqueza de detalhes e os traços delicados na pintura, já que muitos são confeccionados à mão. Confira as opções em cordão para compor um visual de arrasar para o dia a dia:
colar alice

Cordão Gatinha no país das maravilhas – Alice, a personagem famosa do renomado autor Lewis Carroll ganha sua versão gatinha, neste belo cordão confeccionado a mão pela designer e proprietária da marca, Mariana Cetrangolo, com corrente em aço inox. Preço médio – 52,00





colar diferente com florCordão Botanical Garden - nome da Coleção que usam elementos da natureza como inspiração para criar acessórios cheio de romantismo e memorias afetivas. Um Arranjo feito com pequenas Flores de sempre-viva amarradas a um fino e delicado fio dourado. Preço médio – 59,90

colar em formato de bolo de unicórnioCordão Bolinho de unicórnio - Inspirado nos bolos de unicórnios de festa infantis, a designer recria ele em um magico pingente modelado a mão acompanhando o cordão em aço inox. Disponível em duas cores diferentes: branco e preto.

Preço médio – 42,00


Cordão Frida Kahlo Pintora Feminista Mexicana - a grande pintora mexicana, Frida Kahlo, ganha sua versão na loja da Mari.C. Coleção que foi sucesso em 2014, e relançada como uma linda homenagem a essa grande artista que é uma das mulheres a frente de seu tempo que nos inspiram até hoje. Preço médio – 52,00

Colar longo Feminino de Ovelha Negra – Ser a ovelha negra da família não é mais vergonha. Charmoso, o pingente de ovelha criado artesanalmente, ao estilo Mari.C, conta com acabamento em resina que traz um brilho exuberante a peça. Além disso, possui uma corrente de bolinha em aço inox, tudo para você mostrar ao mundo que não nasceu para seguir regras. Preço médio - R$42,00

Onde comprar – www.lojamaric.com.br

O que eu mais gostei nas peças são exatamente esse jeito delicado e tão fora do comum do que encontramos em lojas tracionais e por ter para todos os gostos.

image.pngMariana Cetrangolo é a idealizadora da Mari C.Store, criada em 2006, após unir sua paixão pela cultura japonesa e por trabalhos manuais, resultando em um trabalho autoral e cheio de personalidade . Graduada em Design Gráfico, moda/figurino e ourives começou a desenvolver seus produtos usando materiais diversos, rompendo os limites da criatividade e estilo. O diferencial da marca é a inovação na união de artigos artesanais com uma identidade jovem. Atualmente, ela conta com mais de 4 mil seguidores, um atelier e um canal no YouTube. 

E então, gostaram?

26 julho 2018

Quando falamos de moda não estamos falando apenas de algo de passarela ou o que as fashionistas estão usando. Moda como aprendi enquanto entrevistava pessoas pro meu TCC (trabalho de conclusão de curso) é o ato de liberdade, de independência para quem pode se vestir sozinho e também de conscientização. O consumo exagerado de peças vem chamando a atenção e sendo duramente criticado por todos, a busca por empresas que pensem na relação meio ambiente x moda tem aumentado.

E é nesse contexto que surgiu a MUMO, uma empresa jovem no mercado que tem como meta diminuir o uso de agrotóxicos na moda, mas para que você entenda melhor vamos fazer uma contextualização:
moda sustentável mumo

Uma polêmica sobre o uso dos agrotóxicos no país surgiu após o Projeto de Lei (PL) 6299 2002 ser aprovado no Congresso Nacional. A proposta nomeada como Lei do Alimento Mais Seguro modifica o monitoramento dos defensivos agrícolas, tirando do poder do Ibama e Anvisa, e colocando na mão do Ministério da Agricultura.

A regularização é criticada devido o grande prejuízo que ela pode vir a trazer para a saúde humana e o meio ambiente - por exemplo, com o aumento do uso dos inseticidas. No momento, o PL tramita em prioridade para ser pautado Plenário da Câmara. Se aprovado, de acordo com as críticas aos danos, um dos segmentos mais atingidos será o mercado da moda.



Moda: impacto visual e ambiental

A moda não afeta só o jeito de vestir e calçar da sociedade, mas também o comportamento, economia e até mesmo o meio ambiente. A mesma indústria que fatura cerca de R$ 200 bilhões no Brasil, também é, de acordo com a BBC, a segunda maior poluente do mundo, perdendo apenas para indústria do petróleo.
moda com algodão orgânico

Segundo com o Sindag e Abrasco, quando o assunto é agrotóxico, por ano o algodão - que é uma das principais matérias primas da moda - gasta 28 litros por hectares. Em torno de 24% de todos os pesticidas do mundo. Com isso, o cultivo e manipulação da fibra acaba atuando também na poluição da água, infertilidade do solo e ainda na saúde das pessoas - principalmente nas vidas de famílias que moram próximas às plantações ou trabalham diretamente com o algodão.

Na contramão das oportunidades de grandes lucros que a aprovação da PL pode trazer para o mercado, a MUMO busca soluções para amenizar os prejuízos que podem ser deixados, investindo em matéria prima sustentável e incentivando o consumo consciente. "Temos a missão de conscientizar as pessoas, sobre o impacto da indústria da moda e do poder das pequenas escolhas. E, nisso motivá-las a consumir de forma conscientemente, deixando um legado positivo para sociedade", comenda Rodrigo Tozzi, CEO da MUMO.

mumo algodão orgânicoPara ajudar na redução dos impactos ambientais a marca brasileira cria peças sustentáveis, usando o algodão orgânico. Matéria prima 100% livre do uso de agrotóxicos e que, de acordo com o estudo Life Cycle Assessment, é 46% menos agressivo ao aquecimento global.

Outro destaque está no investimento em algodão com selo BCI (plantado sob rígido controle de produtos químicos, tratamento dos efluentes, mão de obra regulamentada)

mumo moda consciente e ambientalmente corretaIdealizada por Rodrigo Tozzi (CEO), Luana Goldstein (Diretora Criativa) e Renata (CFO), a MUMO também apoia causas ambientais. Hoje para cada peça de roupa vendida, R$ 14,00 são doados para a Associação Mata Ciliar, que cuida de margens devastadas de rios e nascentes, sendo revertido para o plantio e manutenção de novas árvores.

Para que vocês não apenas conhecessem a teoria e olhassem as roupas aqui postadas resolvi fazer um apanhado de peças no site e trazer o preço, assim tudo pode ficar mais claro.



wishlist moda sustentável


As peças no site estão com desconto, mas não deixam de ser o preço facilmente de qualquer loja de fast fashion. Eu separei as peças mais descoladas e com preço razoável, mas há para todos os gostos indo até mesmo para o básico. Se você for passear por qualquer loja encontrará esses preços e sem a pegada consciente e sustentável dessa marca. Tudo vai sob uma ótica do ponto de vista da necessidade e dos hábitos já existentes.





Sobre a MUMO: 
A MUMO é a startup de moda mais cool e responsável do mercado, tendo a missão de trazer, a cada ano, uma causa socioambiental e colocando-a no centro de tudo o que faz. Nascida em agosto de 2017, a marca se propõe a contribuir na diminuição do impacto da indústria da moda em toda sua cadeia produtiva, desde materiais, mão de obra justa, operações e doações de parte do faturamento para ONG. Além do e-commerce próprio, as peças da MUMO estão à venda na Dafiti, Zatini e, em breve, estarão em outros players de alcance mundial.




Acompanhe o trabalho da Mumo

Instagram: @mumomoda
Facebook: @mumomoda

Quando digo que a moda deve investir e pensar mais no coletivo e meio ambiente, são sobre essas atitudes que estou falando. Ninguém precisa esperar o outro fazer, podemos começar por nós mesmos

21 julho 2018


Lingerie em bom estado de conservação são higienizadas e doadas para outras mulheres, por iniciativa da Ouseuse, de Juraia

moda íntima com projeto social

Em 2017, tive o prazer de conhecer a Ouseuse (veja post aqui) e conhecer os seus projetos que ajudam outras mulheres de diferentes formas, na ocasião conheci um que doava peças  para uma instituição de mulheres com câncer de mama. Ontem foi divulgado que a Burberry, uma marca de auto costura, ao invés de doar suas peças que não são usadas na verdade optam por queimá-las para que não sejam vendidas por preços baixos ou que a população que não tem dinheiro para adquirir não possa simplesmente comprar. E diferente disso, a marca de Minas Gerais vem para provar o contrário dessa história.

O Amiga Recicla é um projeto socioambiental, idealizado pela Sakey e desenvolvido pela diretora da Ouseuse, Rosana Marques, a partir de dois objetivos claros: impedir que roupas íntimas ainda em bom estado de conservação, vão parar nos aterros sanitários e virem mais um passivo ambiental, e, de quebra, ajudar outras mulheres que precisam. O Projeto foi lançada no dia 28 de abril durante a Felinju, Feira de Lingerie de Juruaia, e de lá para cá vem ganhando adeptos e cada vez mais colaboradoras.
ouseuse projeto social
Projeto Amigas do Peito da Ouseuse

Depois de encabeçar uma campanha pelo reaproveitamento de lingerie em bom estado de conservação, o Projeto Amiga Recicla, se prepara para fazer a entrega da primeira remessa de peças arrecadadas. A entrega ocorrerá no dia 28 de julho, data em que é comemorado o Dia da Lingerie. As calcinhas e sutiãs serão destinados ao Projeto Sertão, também da cidade de Juruaia, que atua dando assistência a dezenas de famílias que necessitam de amparo.
O Projeto Sertão já arrecada e doa, rotineiramente, roupas, calçados, alimentos e móveis. Agora, seus coordenadores também estarão recebendo as peças de lingerie, obtidas através do Amiga Recicla, para fazer a distribuição.
De acordo com Lucia Corrêa, do Departamento de Marketing e Relações Comerciais da Ouseuse, as quase 1.000 peças que estão sendo encaminhadas ao projeto, nesta etapa, foram arrecadadas no próprio showroom da Ouseuse, em Juruaia. 
“Lançamos a campanha e fizemos várias ações de incentivos a doação.  A partir das divulgações começaram as colaborações. As pessoas reagiram bem e estão ajudando. Recebemos doações de blogueiras, durante o Salão Moda Brasil e, inclusive, muitas peças infantis, em perfeito estado”, informa.

HIGIENIZAÇÃO ADEQUADA

As peças foram encaminhadas para o processo de higienização e agora estão prontas para serem usadas por qualquer mulher ou menina que recebê-las. “Todo o preparo foi feito aqui mesmo, por uma colaboradora que ficou responsável por esse cuidado. As peças passaram por higienização com água quente e sabão específico para limpeza pesadaObservamos que as pessoas tiveram o cuidado de lavar bem antes de doar. Recebemos também muitas peças ainda com etiqueta e que nunca haviam sido usadas”, conta.
A campanha continua à pleno vapor nas lojas que revendem a marca Ouseuse e qualquer mulher pode colaborar fazendo algo de bom com as peças que já gostaram um dia, mas que por algum motivo, não usam mais. Ao invés do lixo, é possível ter uma atitude humana, um gesto de solidariedade, fazendo a doação. Afinal, gaveta não usa lingerie e não precisa delas, mas outras mulheres, sim.
 “O Projeto Amiga Recicla continuará permanentemente em nosso showroom e a intenção é cada vez mais levarmos essa contribuição para mulheres que necessitam”, diz. As cidades com lojas licenciadas e parceiros, deverão receber ação similares nos próximos meses, segundo ela.  
A Diretora Executiva da Ouseuse, Rosana Marques, ressalta que, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil, no Brasil, 170 toneladas de lixo proveniente do setor são geradas a cada ano e apenas 40% desse total é reciclado.  “Esperamos que com nossa campanha parte desse volume de descartes deixe de ir para o aterro sanitário, livrando o meio ambiente de mais uma carga, enquanto ajudamos outras mulheres”, menciona.


14 julho 2018

Consumidor está exigente quando o assunto é o meio ambiente e sociedade;
Marcas reutilizam materiais recicláveis e estimulam o consumo consciente
 para fazer suas peças

A sustentabilidade na moda, também conhecido como movimento slow fashion, post aqui, tem crescido e conquistado espaço, principalmente devido ao trabalho de galerias, ateliês, cooperativas e oficinas provando que os consumidores estão cada vez mais exigentes em busca do consumo consciente em prol do meio ambiente e desenvolvimento da sociedade, inclusive tem um post por aqui onde explico os conceitos corretamente. De acordo com um estudo realizado em 2017 pela Unilever, cerca de 85% dos consumidores brasileiros preferem marcas engajadas e impactantes e este mercado chega a movimentar R$ 362 milhões por ano.

Eidi Quintão, proprietária e curadora da Cada Qual Galeria, espaço que reúne diversas marcas de roupas, acessórios e itens de decoração, explica que para se encaixar neste nicho existem diversas iniciativas que contribuem na melhora do impacto no equilíbrio do planeta e na relação do meio ambiente com o ser humano. "As marcas que trabalhamos possuem preocupações diferentes, como diminuição de impactos ambientais, responsabilidade social, reconhecimento da mão de obra humana, reciclagem e reutilização de retalhos de tecidos. Não necessariamente o produto precisa ser 100% ecológico para contribuir com o planeta", explica.

Além de se preocupar com ações que melhoram de alguma forma o meio ambiente é preciso que o consumidor busque cada vez mais essa necessidade de mudança. "O trabalho de sustentabilidade começa dentro da nossa casa e de nós mesmos. Se trabalharmos no universo individual iremos conseguir atingir o coletivo", completa Eidi.

Abaixo estão as principais iniciativas realizadas pelas marcas que compõe a Cada Qual Galeria:


A marca aposta em artesanato, trabalho artístico que por si só já impacta menos no ambiente do que um produto manufaturado. A fabricação das bonecas é feitas com papel machê, isopor (que seria descartado), jornal ou material reciclável em geral. Apesar da palavra lixo ser vista muitas vezes de maneira pejorativa, é importante mostrar que tudo pode ser reutilizado, criando peças que a principio nem imaginaríamos.





A Fala investe em peças com modelagens atemporais que respeita a diversidade de corpos, estilos e gêneros. As roupas são produzidas em três oficinas, duas delas em São Paulo e uma em Belo Horizonte. O processo de produção, do desenvolvimento até a confecção é acompanhado de perto com o objetivo de manter ativa a consciência relacionada aos locais e condições de trabalho dos profissionais que prestam serviços à marca.









Entre os principais materiais utilizados na confecção de peças, como colares, pulseiras e brincos, a marca utiliza madeira com madrepérola e abalone. A matéria-prima vem de sobras de construção de móveis das serralherias e das conchas do mar, que somente é utilizada depois de consumido o pescado.












A marca é especialista em terrários, um meio de cultivar plantas em um ambiente autossustentável, onde água, ar e nutrientes são reciclados em seu espaço limitado.















A Intimate possui @seloeureciclo, que certifica que a empresa é sustentável e engajada na reciclagem pós-consumo e cumpre com a Política Nacional de Resíudos Sólidos. A marca remunera cooperativas, que retiram do meio ambiente as embalagens de papel que são produzidas (cartelas, cartões de visita, sacolinhas e tags).









Um dos princípios mais fortes da marca é encaminhar as sobras de tecidos e retalhos, que vão para ONGs que proporcionam trabalho para moradores de rua na confecção de outras roupas e cobertores.
















Os restos de tecidos de cortes se transformam em golas, boinas e cachecóis que são levadas a instituições de caridade e de crianças com câncer ou são revendidas, dando nova vida a elas.







CADA QUAL GALERIA
Localizada na Avenida Paulista, um dos símbolos paulistanos, a Cada Qual Galeria reúne 20 marcas dos mais variados segmentos, entre roupas, acessórios e itens de decoração. Com curadoria rigorosa, a equipe aposta e investe na fidelização dos expositores, com marcas que têm em sua essência autenticidade, estilo e qualidade.
A Cada Qual Galeria funcionará diariamente, das 12h às 20h.

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