Sessão pipoca: O mínimo para viver - Vestindo Ideias

Sessão pipoca: O mínimo para viver

11:00

Muitas vezes nos deparamos com frases no cotidiano que passam batidas como “estou gorda”, “meu braço é largo demais” e se para nós é algo cotidiano para quem tem algum problema como anorexia pode ser um gatilho.

Anorexia é o tema central de O mínimo para viver, drama dirigido por Marti Noxon  e comprado pela Netflix. O título original é To the bone (na tradução livre, só o osso) e representa basicamente a personalidade de Ellen que sofre com anorexia.

O tema do filme em si, não é como evitar essa doença e sim os motivos que você precisa ter para se viver. Ellen é uma garota jovem, interpretada por Lily Collins -  que fez uma dieta intensa para poder interpretar o papel – que sofre com a doença e não vê nenhuma perspectiva em como viver bem.

No começo do filme a personagem é nos apresentada como uma pessoa rebelde que não possui respeito por ninguém, porém com o decorrer das cenas não é a realidade expressa. Ellen tem sim problemas, o motivo? Não sabemos, podem ser vários.

Após ser expulsa de mais uma clínica de reabilitação ela se vê perdida e sua madrasta a leva para uma última tentativa para um médico que possui um método de ajudar um pouco peculiar. É então que vai para uma casa, onde o choque do telespectador aumenta por ver pessoas que estão na mesma situação que a personagem.

Nessa casa têm os mais diversos auges dessa doença e temos também Luke, um britânico que se encanta por Ellen. Apesar do romance o filme não deixa de ser um drama e pra mim esse é um ponto bom.

Não espere assistir um filme que exista finais felizes, não esse filme é mais real. É além da doença um conflito interno da personagem que desde o começo se recusa a melhorar, ou melhor não consegue. Achei algumas relações superficiais e sem aprofundamento, mas não que seja algo horrível que é impossível de se conviver.


É um bom filme, não excelente, mas bom. As interpretações foram muito boas, mas já aviso: Não espere um conto de fadas da doença como temos em A culpa é das estrelas.

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6 comentários

  1. Gostei muito de saber, não tinha reparado nele ainda! E quero assistir, sim! Obrigada pela dica.

    Bom final de semana


    Beijos
    Brilho de Aluguel

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  2. Olá
    Eu acho esse filme incrível. Ele tem alguns pontos que poderiam sim ser melhorados, mas a forma como ele trata distúrbios alimentares, como o que são: doenças, achei isso digno de aplausos, porque muita gente busca romantizar tudo isso.

    Vidas em Preto e Branco

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    Respostas
    1. É então, eu não consegui me desfazer desses pontos, mas ele é ótimo pra tratar isso mesmo.

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  3. Tema importante a ser tratado.
    Boa semana!

    Até mais,
    Emerson Garcia

    Jovem Jornalista
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